No dia 2 de agosto, das 8h às 13h, a Praça Pedro II será o palco da Feira de Negócios Energia Feminina. O evento, realizado de forma estratégica em parceria com a tradicional Feira na Praça, marca o encerramento da 2ª edição do projeto no Piauí, consolidando-se como um espaço para exposição, conexão, geração de negócios e ampliação de networking entre as empreendedoras locais e potenciais clientes e parceiros.

A Feira de Negócios vai contar com 52 participantes, que apresentarão apresentarão à população produtos e serviços nas áreas de alimentação, economia criativa, moda e beleza. Além da exposição das empreendedoras, o evento contará com uma programação gratuita ao público e deve receber cerca de 1.000 pessoas ao longo do dia. 

“Ver o desenvolvimento dessas mulheres empreendedoras, acompanhar o nascimento de novos negócios e o fortalecimento de iniciativas já existentes nos enche de energia e reforça o propósito do Instituto Equatorial. Mais do que oferecer apoio, buscamos promover cuidado, escuta e oportunidades reais de transformação”, declara Janaina Ali, Executiva de responsabilidade social do Instituto Equatorial.

O Energia Feminina é uma iniciativa do Instituto Equatorial, em parceria com o CIEDS, desenhado para impulsionar a inclusão produtiva e a geração de renda por meio do incentivo ao empreendedorismo feminino e do fortalecimento de redes de apoio. Após sua primeira edição em 2025, realizada no Piauí e no Pará, o projeto foi expandido em 2026, alcançando também os estados do Rio Grande do Sul, Amapá, Alagoas, Maranhão e Goiás.

“Quando surgiu a oportunidade de participar do Energia Feminina, fiquei muito feliz por ter sido selecionada. O grande diferencial do projeto é o cuidado e a atenção com cada mulher durante toda a jornada. Foi uma experiência transformadora, que fortaleceu minha confiança como empreendedora e me mostrou que estamos no caminho certo”, diz  Neyde Baldez, participante da segunda turma do projeto Energia Feminina e expositora da feira.

“O impacto do Energia Feminina vai além dos números, mas são eles que confirmam a potência dessa transformação. Ver o faturamento médio das participantes da primeira edição saltar de pouco mais de R$ 1 mil para R$ 3,8 mil é a prova de que a inclusão produtiva, quando aliada a uma rede de apoio sólida, rompe ciclos históricos de desigualdade”, declara Vandré Brilhante, Diretor Presidente do CIEDS.

No Piauí, a segunda edição do projeto foi realizado em Teresina. A iniciativa registrou mais de 500 inscrições. Desse total, 112 mulheres foram selecionadas para participar da trilha formativa presencial, distribuídas por 52 bairros e comunidades da capital, o que fortaleceu a capilaridade das ações do projeto nos territórios mais vulneráveis.